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Blog da Dy

Sou uma apaixonada pela vida, pela escrita, pela comunicação, pela educação!! Apaixonada por tudo o que me faz sentir viva e feliz! Apaixonada por ti! Neste blogue quero partilhar experiências, desejos, vontades...

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21
Jul17

Racismo ou anarquia?

Dy

Ponderei muito escrever este post...Sei que provavelmente serei alvo de críticas (não que seja conhecida mas estes comentários polémicos são os alvos faceis de criticos sedentos).Deixei assentar a poeira na esperança que o amanhã me acalmasse as ânsias..mas na verdade estou chocada e incrédula com a atualidade!!

Um candidato à Câmara de Loures- André Ventura- procura lutar pela defesa da sua comunidade e é apedrejado na esfera mediática? Onde está a liberdade de expressão que a Revolução dos Cravos nos trouxe? Onde está o bem-estar social e o respeito ao próximo?

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Fico chocada pela falsa moral da comunidade, pelo pensamento pequeno alimentado pelo medo de dizer o que se pensa. Acredito que todos pensamos como André Ventura, claro que há exceções e não podemos generalizar uma etnia aos seus elementos podres, até aqui tudo bem...mas mais do que uma etnia o problema que se prende é a questão cultural, é a dificuldade de agir em conformidade e o facilitismo em fugir à lei!

Choca-me que todos trabalhemos, paguemos os nossos impostos e vejamos o nosso espaço público vandalizado e destruído. E isto acontece em todos as etnias, raças e comunidades. Acredito que não é a raça, a cor ou ideologias que nos definem enquanto pessoa, mas para ser pessoa temos que saber respeitar o próximo.Choca-me ter que viver temendo o crime e sabendo que a corrupção e o tráfico existem e que compactuamos com isto, compactuar é fechar os olhos por medo, é não dizer o que se pensa porque A ou B nos pode atacar, ou julgar, é temer ser tido como um cidadão do mal por querer fazer valer os nossos direitos.

Por tudo isto os grupos, as crenças, chamem aquilo que quiserem, continuam a ter força, continuam a fazer o que querem e, tão portugueses quanto nós, vivem à margem da lei na desculpa que o mundo é racista, mas quem será mais racista do que eles que se anulam em leis que não são socialmente aceites, quem é mais racista numa comunidade regida por princípios que são destruídos pelas minorias?

Lamento que em pleno século XXI um candidato não possa expressar livremente o que pensa, não possa lutar por um mundo/ localidade melhor porque a política venda os olhos porque,,,parece mal!!!E não parece mal existir pobreza? Existir quem realmente necessita e não vê a cor dos subsídios porque as minorias os tomam, mesmo sem necessitar?

É urgente uma reciclagem...é urgente repensar no amanhã é ainda mais urgente saber respeitar para ser respeitado, e saber cumprir deveres que, nós cidadãos, temos consagrados para que se torne possível usufruir dos nossos direitos.

13
Mar17

Licença de Maternidade!

Dy

Começa o tempo a aquecer e começamos a ver meninas /senhoras grávidas mais frequentemente. Para mim a gravidez é dos estados mais bonitos de uma mulher, é o que nos destaca dos homens! Nós únicas e fortes temos capacidade de criar vida, e mesmo aquelas mulheres que nasceram com este dom confiscado, podem "gerar" a vida de outros seres que não sendo naturalmente seus necessitam de afeto e de ajuda na construção da sua personalidade.

Hoje encontrei um artigo no e-konomista que considerei bastante útil pois ajuda na preparação da licença de maternidade. Muitas vezes os funcionários caem no erro de esconder a gravidez, por medo de não serem aceites ou de perderem o seu posto de trabalho, numa altura em que o desemprego atormenta tudo e todos! A lei protege as grávidas, contudo estas não podem permanecer na sombra, é necessário que se informem sobre os seus direitos e se preparem o máximo para o tão esperado momento. Aqui ficam as dicas do artigo:

1. Jogue na antecipação

9 meses é muito tempo, não há pressas. Errado! Não vá nessa e comece cedo a tratar dos preparativos para gozar a sua licença de maternidade. Lembre-se que faz parte de uma equipa e que, durante a sua ausência, as funções terão de ser desempenhadas por outro profissional. Os seus projectos irão continuar sem si, pelo que é importante que deixe tudo organizado para quem vier.


2. Não esconda a novidade

Escolher o momento ideal para informar a entidade empregadora pode não ser fácil. No início? No fim do 1.º trimestre? Não há duas situações iguais. Se está insegura, fale com uma colega que já esteve grávida para saber como foi a reacção, por exemplo. O importante é que não tente ocultar a situação durante muito tempo, sob pena de quebrar o elo de confiança com a ‘chefia’.


3. Defina o tempo da sua licença

Pense nas suas opções, converse com o pai e definam quantos dias de licença irá gozar. Se os 120 dias consecutivos, pagos a 100% da remuneração de referência, ou os 150 dias consecutivos, pagos a 80% da remuneração de referência, ou os 180 dias consecutivos, pagos a 83% da remuneração de referência (partilhados pelo pai e pela mãe). Não deixe para a última.


4. Faça a passagem de testemunho

Seja um profissional contratado ou algum colega, alguém irá ficar responsável pelas suas funções durante a licença. É fundamental que a transmissão da informação entre ambos seja feita com antecedência para que o seu substituto se possa inteirar dos assuntos. Esclareça as dúvidas, saliente as prioridades, explique o funcionamento dos projectos.



5. Não deixe nada para amanhã

Se trabalhar mesmo até aos últimos dias, mentalize-se que quando sair do escritório pode não voltar na manhã seguinte. Deixe tudo arrumado e organizado nesse sentido, para que quem a substituir saiba onde encontrar os documentos, os projectos, a agenda. Uma vez que a passagem de informação mais importante já foi feita ao seu substituto, assim será mais simples assumir.



6. Relaxe e aproveite os momentos finais

Depois de se preparar para a licença de maternidade, aguarde a sua chegada. Continue a desempenhar as suas funções e a exercer as suas responsabilidades, mas com calma. Afinal o seu substituto já terá de estar apto para ocupar o seu lugar. Antes de ir, não se esqueça de deixar bem clara a sua disponibilidade (ou não) para eventuais contactos durante a licença.

http://www.e-konomista.pt/artigo/licenca-de-maternidade/

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